Palavra com poucas letras, mas com um grande valor sentimental. Pai amigo, pai companheiro. Sempre com a última palavra a ser dita, e com a razão na maior parte do tempo. Hoje é dia dos pais, uma data de extrema significância. Mas creio que dia dos pais seja todos os dias. Afinal, é ele que te sustenta, que está no seu lado para as suas dificuldades, que vai dar a sua opinião e tentar mostrar sempre o caminho mais certo a seguir. Acho digno que isso seja comemorado todos os dias. Com um simples ''eu te amo'' e um abraço apertado todas as manhãs é uma grande forma de retrebuir o carinho que sempre lhe ofertou e mostrar que você ama ele. Por que não? O Presente pode ser uma forma de você querer agradá-lo, mas exitem simples gestos que são feitos que valem muito mais no seu valor sentimental. Então nunca se esqueça de beijá-lo, respeitá-lo, e acima de tudo, amá-lo como amigo e como filho.
Uma das coisas que mais são faladas mas que poucas pessoas admitem: a fofoca. Por que o ser humano é tão chegado nessa palavrinha medíocre?
(Fofoca=Ato de querer saber para ir contar a outrem.) Por que essa mania tão grande de querer saber da vida das outras pessoas, deixando de lado a sua própria vida? Ou foi o direitor que se casou de novo, ou o vizinho não sai de casa, ou é uma pessoa nova nas redondezas, ou é uma festa que não foram convidadas. Enfim, pra que? Se sustentar da insatisfação, desgraça dos outros não é motivo de vitória nem orgulho, é um pensamento mesquinho e totalmente medíocre. Não estou aqui com a função de ofender ninguém, porque se estivesse fazendo isso, estaria me igualando a essas pessoas, e esse não é o objetivo. A minha questão é: Por que não se preocupar com as pessoas que estão a sua volta e que se preocupam com você? Se preocupar com os filhos, com o trabalho? Eu acho, pelo menos, que isso já é um grande caminho a ser percorrido, e no momento em que você começa a se preocupar com coisas realmente importantes, você começa a perceber que esses tipos de comentários sobre a vida alheia são de extrema inferioridade para você. Então não perca tempo pensando na vida dos outros. Cada um tem a sua vida e a sua maneira de viver. E convenhamos, existem coisas bem melhores a serem feitas do que esse tipo de ato.
(Fofoca=Ato de querer saber para ir contar a outrem.) Por que essa mania tão grande de querer saber da vida das outras pessoas, deixando de lado a sua própria vida? Ou foi o direitor que se casou de novo, ou o vizinho não sai de casa, ou é uma pessoa nova nas redondezas, ou é uma festa que não foram convidadas. Enfim, pra que? Se sustentar da insatisfação, desgraça dos outros não é motivo de vitória nem orgulho, é um pensamento mesquinho e totalmente medíocre. Não estou aqui com a função de ofender ninguém, porque se estivesse fazendo isso, estaria me igualando a essas pessoas, e esse não é o objetivo. A minha questão é: Por que não se preocupar com as pessoas que estão a sua volta e que se preocupam com você? Se preocupar com os filhos, com o trabalho? Eu acho, pelo menos, que isso já é um grande caminho a ser percorrido, e no momento em que você começa a se preocupar com coisas realmente importantes, você começa a perceber que esses tipos de comentários sobre a vida alheia são de extrema inferioridade para você. Então não perca tempo pensando na vida dos outros. Cada um tem a sua vida e a sua maneira de viver. E convenhamos, existem coisas bem melhores a serem feitas do que esse tipo de ato.
Todo mundo tem seu estilo de música, desde o sertanejo ao rock, do samba ao funk, cada um leva consigo o seu gosto musical. É incrível a diversidade de estilos que se encontra pelo mundo. E na maioria das vezes, esse estilo descreve exatamente a personalidade da pessoa em relação as musicas que ela escuta. O que mais me surpreende, é quando as certas pessoas dão mais significância em falar mal dos outros tipos de musicas, ao invés de aproveitar o seu. Para que se preocupar tanto com o chamado ''modinha''? Isso sempre existiu, só que em épocas diferentes. E como todo mundo sabe, o que é ruim não dura. Então pra que dar tanta elevação a esse tipo de assunto? Um dia essas bandas irão sumir sem serem lembradas, pois a mídia é dura em relação a isso, e aquelas que deixaram a sua marca ficarão na história. Claro, não podemos esquecer que muitas coisas já foram inventadas, e agora é extremamente difícil superar aquilo que já fora criado. Mas não é impossível. A cada dia surgem novos músicos, e existem tantas pessoas boas que não são conhecidas mas que mereciam o reconhecimento do público. O certo é estar sempre aberto para novas idéias e respeitar os estilos musicais mesmo não sendo o seu estilo musical. Você não é obrigado a gostar e ouvir todos os tipos de músicas, mas também não tem o direito de julgar aquilo que não faz do seu agrado.
As vezes eu me pergunto, se há necessida em certos assuntos de serem discutidos. Futebol, musica, religião, são opiniões formadas e difíceis de serem revertidas. Me lembro da vez que tive um professor de filosofia, e ele queria nos impor uma idéia que nem todos concordavam. Está ai a função do professor? Colocar as idéias dele em prática? Ou expor todos os assuntos, de forma geral, e você escolher a sua, que mais te agrada e que te chama atenção? Creio que seja quase impossivel transformar um torcerdor do Internacional para o Grêmio, ou vice-e-versa. Ou crer que mudar um cristão em budista seja fácil.
Se não fosse essa diversidade de culturas, estilos, gostos diferentes, o mundo seria de uma extrema insignificância. Cabe a nós respeitar todos esses estilos, e ter o seu próprio, a sua personalidade.
Seja você mesmo, tenha a SUA cultura, a SUA personalidade, o SEU gosto. Não copie, CRIE. A vida que você quer, tem que ser vivida da sua forma. Mostre aos outros o seu jeito de viver, e compartilhe com pessoas que você ama. Isso já é um começo para ser feliz.
E então mais postagens sobre filmes. E é claro, eu não poderia deixar de falar do polêmico Alex do filme ''Laranja Mecânica''. Um dos filmes mais comentados na década de 70, criou muitas críticas mas ao mesmo tempo, muitos elogios. Alex era um admirador da musica clássica, um estuprador e violento. Vivia no mundo das drogas com a sua gang. Até que um dia é pego, e sofre o tratamento Ludovico, uma terapia experimental de aversão, desenvolvida pelo governo como estratégia para deter o crime na sociedade. O tratamento consiste em ser exposto a formas extremas de violência sob a influência de um novo soro, como ver um filme muito violento Alex é incapaz de parar de assistir, pois seus olhos estão presos por um par de ganchos. Também é drogado antes de ver os filmes, para que associe as ações violentas com a dor que estas lhe provocam. O filme tem uma narrativa muito boa, e seus efeitos e imagens pra época também.
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